Blog da Claudinha
29 de julho 2008

Estou desde às quatro fazendo o filme da Niely hoje. Está tudo maravilhoso. Tivemos um breve intervalo para o jantar e eu me deparei com um computador… não resisti. (Rs)

À propósito, não passei mal coisíssima nenhuma -Deus me livre!- não cancelei nenhum dos meus compromissos, nem diminui minha agenda de trabalho. Ainda estou tendo enjôos- que estão cada vez mais escassos- e, claro, minhas roupas estão ficando um tanto apertadinhas, mas nada me tira do meu estado constantemente feliz.

“Meu médico pediu para que eu diminuísse minha ‘carga’de trabalho?????” Oxe!! Quando foi isso??!! Tô ótima! Nunca ouvi nada parecido dos meus médicos. Aliás, eles pregam o contrário: “Continue trabalhando, com alegria e vontade, você é saudável e gravidez não é doença!”

Ah! Tem mais! Ainda não sei o sexo do meu baby, embora esteja curiosíssima. Optei por não fazer a Sexagem Fetal- um novo tipo de exame que pode determinar o sexo do bebê até no comecinho da gestação- pra esperar pela décima quarta semana, ou décima quinta, que é o tempo que possibilita a descoberta do sexo. Ou seja, ainda não é a hora. Esperarei um pouco mais e com muito prazer, como toda mulher.

Não se preocupem, pois estou na ativa e cheia de disposição e saúde, além de ter um neném saudável e comilão dentro de mim.

Depois das 5 horas de show em Fortaleza, eu extravasei na comida, dentro camarim do trio, e acabei colocando tudo pra fora, mas isso é normal, uma vez que eu fui com muita sede ao pote. Talvez isso tenha confundido muita gente.

Fiz questão de esclarecer essas coisas, pois as pessoas que trabalham na equipe de filmagem estavam desesperadas pensando que não ia haver gravação e as entrevistas que dei por telefone eram regadas de questionamentos infundados. Pronto? Já sei! O nome do meu filho, ou filha, né? Tenho sugestões, mas nada certo. Tudo é especulação.

“… O qual dá o seu fruto, no seu tempo. Suas folhas não caírão e tudo o quanto fizer prosperará…”

O beijo.

KK

22 de julho 2008

- Meus agradecimentos sinceros à Araçatuba, Manaus e Belém, as cidades que se manifestaram em prol da alegria e me emocionaram demais nesse fim de semana. Muito obrigada por fazerem surpresas e por se sensibilizarem tanto com a chegada do meu Baby.

- Assisti à “matéria” de Sílvio e Vesgo para o Pânico e me amarrei!!! Ri muito, principalmente quando me vi de dentadura. Vou pedir uma feita sob medida para mim. O beijo grande para Sabrina, Japinha querida!

- O recado mais especial deste post vai meu amado e talentoso tecladista, Luciano Pinto! Hoje, Lu está fazendo aniversário e, pelo tempo de carreira e competência, presumo que celebre seus 50 anos de idade. (rsrsrsr)

Amigo, eu te amo de verdade e peço a Deus que te proteja e abençoe ainda mais. Obrigada por existir, por alegrar os meus dias e por ser meu parceiro em todas as situações. Feliz Aniversário!!!!

O beijo pra todos vocês.

Kk

22 de julho 2008
Tags:

Quem freqüenta meu Blog e é meu fã sabe como sou apaixonada pela língua portuguesa. Amo literatura brasileira e sou bastante zelosa com meus textos, apesar do meu teclado desconfigurado.

Claro que não sou uma dominadora da gramática, tenho cá meus momentos de completa estupidez, mas gosto de estar sempre em dia com ela. Prezo pelas concordâncias verbais, pela coerência e, apesar de ter uma certa tendência a ser um pouco prolixa, sempre concluo meu raciocínio, o que atesta que minha vocação está associada `a comunicação. Embora seja uma ofensa, para mim chega a ser lisonjeiro quando duvidam que sou eu quem escreve aqui.

Entretanto, hoje, a coisa não funcionou tão bem pra mim. Lembrei da mulher do “Sanduíche, iche, iche”, do cara do “árvores somos nozes” e, francamente, essas memórias vieram tão somente por minha causa. Acontece.

Minha agenda de hoje foi extraordinária. Eu estava sem dormir duas noites seguidas- dei pequenas e profundas cochiladas- por causa da quantidade de compromissos e da distância entre os pontos de trabalho. Poderia cancelar alguns, ou sei lá o quê. Mas, eu fui sorridente. Principalmente porque um deles tratava de uma campanha especial, de cunho social fortíssimo, que me traria paz de espírito e uma sensação de nobreza impagável.

“O Câncer de Mama no Alvo da Moda”. Poucos sabem que essa não é uma campanha de prevenção `a tal doença- maligna em qualquer situação- mas uma motivadora de um exame bem simples para detectá-la e exterminá-la o mais rápido possível da vida de homens e mulheres. Obvio que, mesmo com todo cansaço físico, minha alma estava disposta, meu coração se empenhava e me estimulava.

Cheguei ao estúdio babando. Literalmente. Dormi na van a caminho da sessão de fotos, mas quando a porta foi aberta, senti-me pronta. Sem demagogia. Fizemos fotos incríveis para a Hering com balões coloridos e em uma cadeira linda vermelha e outras um pouco mais sérias, focadas no “Alvo”.

Até aí tudo em paz. Algumas vezes Bob Wolferson me lembrava que eu estava fotografando, pois a gente se perdeu em risadas e a equipe também se divertiu no decorrer do ensaio. Então, chegamos ao momento crítico, a hora do depoimento sobre a campanha. Seria simples falar dela, uma vez que me envolvi no projeto e estava super tranqüila… e cansada.

Já estava escurecendo lá fora e minha mente parecia acompanhar o fim do dia. Adoro me comunicar e acredito que tenho a maior desenvoltura pra coisa. Encarei a câmera e comecei a falar, como de costume. Opa! Não foi como de costume. Sabe quando você faz longas pausas, procura palavras no “seu HD” e simplesmente não as acha? Bom, se ainda não passou por essa experiência apresentando a monografia, a pesquisa da escola, ou um projeto de trabalho, saiba que é um verdadeiro horror.

Tudo depende você. As pessoas querem descansar, você também, a luz já foi embora, sua capacidade de raciocínio também. Duas tentativas e eu disse: “não estou conseguindo!” Quanto mais eu me cobrava, quanto mais silêncio na sala, em função das minhas pausas, menos concentração e até um certo nervosismo. Parei! “Oxe! Vamos agora e pronto!”Danei a falar numa velocidade que me assustou. Confesso que, embora tenha dado tudo certo ao final, não foi grande coisa.

O mais importante é que eu venci a estafa mental e produzi algo, além de ter levantado uma questão relevante dentro de mim. Nós somos extremamente exigentes com os outros. Assistimos `as filmagens nos “Youtubes” da vida, falamos da menina loira que deu entrevista num concurso de miss, criticamos o apresentador de TV. Enfim, pré-conceituamos as pessoas e muitas vezes até as julgamos em função do que vemos.

A velocidade das informações está cada vez mais intensa e é chegado o tempo de rir não importa de quem ou do quê. Culpamos. Castigamos. Punimos. Somos os juízes dos outros. O tempo traz novos “alvos das nossas críticas” e aquele outro criticado é piada do passado. Condenamos aquele de quem rimos aos estigmas que, não importa se são legítimos, “determinam” a (pseudo)essência de uma pessoa pelo resto de sua vida.

Fico pensando na nutricionista do “sanduíche-iche-iche”, tão inteligente, ficou nervosa por causa do ponto, da câmera, do jornalista, ou de um bocado de outros fatores- que talvez nem tenhamos capacidade e tempo para presumir e pagou um preço alto, virou até motivo de chacota- e chego `a conclusão de que ela é uma ser humano que não teve a chance que eu tive de regravar seu texto. E nós? O que somos?

O beijo para toda equipe que trabalhou comigo esta tarde e meu sincero agradecimento aos empreendedores dessa campanha extraordinária! Ao pessoal da Hering meu desejo de mais sucesso.

Obrigada!

O beijo pra vocês também.

Kk

Facebook Twitter Facebook
2010 - 2012. claudia. Todos os direitos reservados.
Agência Digital: Click Interativo Multimídia | Agência Digital

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player